quinta-feira, 28 de julho de 2011

CAMARAS DE VIDEO NAS RUAS DE LUANDA

Várias câmaras para o controlo e gestão do tráfego rodoviário estão a ser instaladas nas artérias da cidade de Luanda, com realce para a zona urbana, anunciou ontem o director nacional dos Transportes Rodoviários, José Freitas Neto.
Em declarações à Angop, José Freitas Neto disse que as câmaras vão enviar informações para um posto de controlo que vai fazer a sua gestão para melhorar a circulação rodoviária na cidade.
Esclareceu que o governo provincial de Luanda vai colocar, a partir do mês de Dezembro, uma nova rede de semáforos em cruzamentos da capital angolana, no âmbito de um projecto de melhoria da circulação rodoviária.
José Freitas Neto referiu que já está em funcionamento experimental uma nova rede de semáforos, comandada por um software programado para actuar segundo a pressão do trânsito rodoviário.

Balanço de incêndios
Pelo menos uma pessoa morreu e 13 outras ficaram feridas na sequência de 20 incêndios registados pelo Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), em várias províncias do país, nas últimas 24 horas, disse à Angop o porta-voz da instituição.
Faustino Sebastião disse que oito dos incêndios ocorreram em Luanda e os restantes no Huambo, Benguela, Lunda-Norte, Lunda-Sul e Moxico e foram provocados, na sua maioria, por negligência, curto-circuito e fogo posto. Os casos de incêndios são decorrentes, sobretudo, de negligência de alguns cidadãos que ignoram os riscos.

CENTROS DE SAUDE DE CHIPINDO E CUVANGO RECEBEM AMBULANCIAS

Os centros de saúde dos municípios de Chipindo e Cuvango, na província da Huíla, estão agora melhor servidos, com a entrega de duas ambulâncias às referidas unidades sanitárias, o que vai permitir a transportação de doentes graves para o hospital regional da Matala ou do Lubango.
Doados pela Fundação GAUFF, as ambulâncias do tipo Unimog foram entregues pelo governador provincial da Huíla, Isaac Maria dos Anjos, aos administradores municipais de Chipindo e Cuvango, Daniel Salupassa e João Hilifilua, respectivamente.
As duas ambulâncias estão equipadas com aparelhos de oxigénios, quatro macas, três aspiradores médicos, bombas de aspiração e outras componentes de primeiros socorros. 
O responsável da saúde do Cuvango, Marcelino Alcaide, disse que a ambulância atribuída ao município vai facilitar a transportação de doentes, desde as aldeias ao centro municipal.
O município possui uma extensão territorial de 93.680 quilómetros quadrados e tem cerca de 93.099 habitantes. No passado, a transportação de doentes graves era feita com muita dificuldade. 
O administrador de Chipindo, Daniel Salupassa, reconheceu que os meios constituem uma mais-valia, porquanto o município está situado a 456 quilómetros da cidade do Lubango.
O município, que conta com três comunas, tem cerca de 73.000 habitantes. Na localidade existe apenas um centro de saúde
Daniel Salupassa disse que, no quadro do Programa de Combate à Fome e à Pobreza, a administração municipal adquiriu uma ambulância, pelo que a situação vai melhorar consideravelmente.
Daniel Salupassa considerou estável o sector da saúde e a administração tem estado a adquirir medicamentos, o que está a permitir uma assistência medicamentosa aceitável. As doenças mais frequentes na localidade são a malária, diarreias e respiratórias agudas. O centro de saúde existente é assegurado por 75 enfermeiros.
O governador da provincial da Huíla, Isaac Maria dos Anjos, disse que as ambulâncias entregues devem servir não só as sedes municipais, mas sobretudo as comunas e aldeias.
Afirmou que o governo provincial vai continuar a trabalhar para resolver os problemas das populações, nos domínios da saúde, educação, construção de pontes e vias de acesso, para combate à fome.

ESTRADA ENTRE SAURIMO E MALANGE MUITO DEGRADADA

O troço reabilitado de mais de 600 quilómetros da estrada nacional entre Saurimo (Lunda-Sul) e Malange está a degradar-se. A falta de uma fiscalização rigorosa está na origem da situação. 
A via não tem sinalização vertical e horizontal, e as faixas de rodagem são muito estreitas. Por isso, os automobilistas queixam-se do perigo que correm. 
O asfalto colocado há cerca de três anos na via Saurimo/Mona-Kimbundo/Kakolo/Xinje por operários chineses, que realizam manutenções regulares, permitem uma condução cómoda e célere.
Mas o troço de cerca de 40 quilómetros entre o Xinje e a ponte sobre o rio Kakuilo, nas imediações da localidade de Xamikelengue, requer prudência por parte dos automobilistas.

Movimento na estrada
Filas de camiões, autocarros, viaturas ligeiras e motociclos percorrem a estrada. A pressa, aliada ao desrespeito pelo código de estrada, antes e durante as ultrapassagens, potencia os acidentes.
As consequências deste tipo de aventura terminam em despistes e capotamentos, porque vários "peritos do volante" ensaiam a estabilidade dos carros que conduzem em curvas e descidas íngremes, sem as medidas de segurança exigidas.
"Confundem a estrada com uma pista de Fórmula 1", disse um automobilista com mais de vinte e cinco anos de experiência. Ele acusa os jovens de serem os principais protagonistas de acidentes: "Uns, devido aos efeitos do álcool, outros por confiarem demais na habilidade adquirida e chamam aos cautelosos de lentos." Nas imediações da temível subida do Mulo, o jovem David Alberto, 19 anos, aguarda por orientações técnicos chineses, com os quais trabalha há três meses. Cumpre, diariamente, oito horas de serviço, para ganhar no fim do mês 15 mil kwanzas. "O salário é pouco, mas, como sou solteiro, dá para remediar", justifica.
Confrontado com a quebra de um eixo do camião, a meio da subida do Mulo, o condutor Gervásio Tito ensaia estratégias para solucionar o problema e reatar a viagem. A ocupação da via pelo camião prejudica outros automobilistas.
O automobilista explica que a avaria na sua viatura resulta do "mau estado de alguns troços" da via. Gervásio Tito considera que o trabalho de recuperação feito na via Saurimo/Malange facilita a circulação, mas a qualidade da obra deixa muito a desejar.
"Passámos por troços em que o asfalto parece mosaico. Noutros, o piso parece manteiga ou papa, para não falarmos da facilidade com que o asfalto desaparece e dá lugar aos buracos", explica. Estes, favorecem a ocorrência de avarias e acidentes, principalmente nos troços Xinje/Xamikelengue e Xá-Muteba até à ponte sobre o rio Lui. 
A estrada serpenteia entre o sopé do morro de Kabatukila e a baixa de Kassanje. A paisagem de Kabatukila representa uma tentação para muitos homens do volante, que minimizam o perigo no local dominado por curvas e contracurvas e faixas estreitas. A transposição do local em direcção à cidade de Malange constitui um alívio para quem conduz ou segue apenas como passageiro. Uma estrada sólida, com uma largura superior a oito metros, devolve o conforto almejado. Mas a sinalização começa apenas a partir da sede municipal de Caculama, a 60 quilómetros da sede da "capital da Palanca Negra".

quarta-feira, 20 de julho de 2011

GIKA - O SHOPPING DO FUTURO EM LUANDA

O Projecto Imobiliário Comandante Gika está localizado numa das áreas privilegiadas de Luanda, entre as Avenidas Comandante Gika e a Hochi Min, sendo que é um dos maiores em Angola. O empreendimento conta com 436 mil metros quadrados, abarcando um hotel cinco estrelas, denominado “Hotel Vip Grand Luanda”, com heliporto e que possuirá 300 quartos duplos, 70 suites e área para lazer em geral.
Contará também com um shopping center de três pavimentos denominado “Luanda Shopping”, com 208 lojas, supermercado, 10 salas de cinema, parque de estacionamento, escritórios e zona de lazer. Duas torres, com 21 pavimentos cada, abrigarão os escritórios e serão, por excelência, o principal centro comercial de Luanda. Outras duas torres, com 25 andares e 136 apartamentos farão parte do condomínio fechado do empreendimento,
À entrada principal comporta cinema, complexos e cafés, ginásios e outras lojas para compras diversas – cerca de 240 e vários outros serviços acompanhados com marcas do topo internacional. O imponente edifício terá elevadores em quase todas as áreas e espaços de lazer.
Avaliado em 500 milhões de dólares, o Gika comporta também 32 restaurantes espaçosos, o que garantirá muitos empregos directos e indirectos – cerca de 6.500 postos de trabalho. O parque de estacionamento terá três andares subterrâneos, com capacidade para estacionar duas mil 630 viaturas com um sistema de controlo electrónico. A execução do projecto tem o término marcado para este ano.
MARCAS DE PESO
O Luanda Shopping pretende, segundo o seu director comercial Feizal Esmail, um conceito de máxima harmonia, onde marcas do mercado global e de assinalável peso, nacionais e internacionais, sejam representadas e comercializadas. Segundo o director Comercial, 90 por cento das marcas internacionais conceituadas já estão confirmadas.
Marcas como Hard Rock Café, FNAC, Pizza Hul, Zara, Rouge, KFC, Izzi, Jumbo, são para já algumas das confirmadas. Na alimentação e restauração estão confirmadas com marcas como a Bob’s e Pizza Hut. Relativamente à moda, conhecidas marcas como a Boss, Levis, Visar, Luboia, Levis, Puma, Nike, Timberland, vão preencher os mostruários das lojas, ao passo que nos diversos e lazer, a Sistec,

AS REFORMAS NA SUIÇA - UM MODELO QUE PORTUGAL DEVERIA SEGUIR

segunda-feira, 18 de julho de 2011

MBANZA CONGO À ESPERA DE VOOS DA "TAAG"

Os habitantes da cidade de Mbanza Congo, na província do Zaire, continuam a aguardar com ansiedade o reinício dos voos da transportadora aérea nacional, TAAG, três meses depois da reabertura oficial da pista aeroportuária pelo ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás.
A pista deixou de receber aviões da TAAG em Outubro de 2009, quando foi encerrada para obras de reabilitação e ampliação, que tiveram a duração de dois anos.
A população da capital do Zaire foram unânimes em afirmar que a inoperância da transportadora aérea a nível da província está a criar sérios transtornos na deslocação de pessoas e bens da região.
Victor Manuel, funcionário público, frisou que, apesar da pista de Mbanza Congo estar a receber esporadicamente aeronaves de pequeno porte, a ausência dos voos da TAAG está a criar sérios constrangimentos à vida das populações locais, em termos de deslocações. Por isso, defende a reposição dos voos da referida companhia o mais rápido possível, uma vez que os habitantes da região estão privados destes serviços há cerca de três anos e tem sido muito complicado fazer as rotas, em autocarros, entre Mbanza Congo/Soyo/Luanda e vice-versa.
Victor salientou que os voos comerciais privados, que de forma esporádica escalam a pista, além de praticarem preços exorbitantes, não o fazem com regularidade. Por esse motivo, o munícipe Paulo Matias pede ao governo provincial que encete, de forma célere, contactos com a direcção nacional da TAAG, no sentido de alterar a situação.
O director do aeroporto de Mbanza Congo, Alberto Lito, explicou que a pista já oferece condições técnicas muito melhores que as anteriores, fruto das obras de reabilitação e ampliação levadas a cabo ao longo deste ano.
A rádio farol que permite a localização da pista por parte dos aviões já está instalada, faltando apenas o lançamento do sinal, disse o responsável, acrescentando que a sua direcção tem recebido muitas reclamações por parte dos munícipes que pretendem deslocar-se a Luanda e ao Soyo de avião, através da TAAG.

ENERGIA DA CAPANDA CHEGA COM PERDAS A MALANGE

A energia recebida da barragem hidroeléctrica de Capanda, de 20 MVA, pela cidade de Malange, já não corresponde às necessidades dos consumidores, afirmou o director provincial da Unidade de Negócios de Distribuição e Comercialização da Empresa Nacional de Electricidade (ENE). 
Manuel Bernardo considera que a fornecimento de Capanda à cidade de Malange perde, a partir da barragem, dois MVA e mais um em Cacuso, totalizando apenas 17 MVA para a cidade. 
Em função da incapacidade que se começa a verificar, estão já a ser feitas algumas restrições, um processo ainda não muito visível, mas que começou a ser posto em andamento há um mês, garantindo o director provincial da ENE que vai ser levado a cabo de forma gradual.
A situação, segundo explicou, deriva do facto de existirem clientes com um consumo bastante alto, devido à compra de mais electrodomésticos e lâmpadas, além de mais casas construídas, o que, de certo modo, aumenta grandemente o volume da carga. Nas horas de ponta - entre as 13 e 14 horas - a sobrecarga faz disparar os disjuntores da subestação, ficando a cidade às escuras por uns minutos até que voltem a ser ligados.
Para resolver a situação, tendo em conta o actual perfil dos consumidores, o director da ENE disse que a província precisa de 80 ou 100 MVA e de aumentar dois transformadores nas subestações de Malange e Capopa, contando já com a nova rede que se pretende instalar a nível da região.
O aumento da capacidade de energia para a cidade de Malange tem a ver com os futuros investimentos no ramo empresarial. "Os empresários vão ter o seu problema resolvido logo que se verifique o aumento da potência", esclareceu. O responsável da ENE em Malange garantiu que os clientes residentes em zonas cinzentas, não abrangidos pelo projecto da nova rede de iluminação, vão ser contemplados dentro da segunda fase do projecto da empresa Chinohidro.
Nesse âmbito, têm sido realizados encontros entre o governo da província e representantes da referida empresa chinesa, para analisar o andamento da situação.
Na segunda semana deste mês, foi apresentado o quadro da ENE-Malange, estando neste momento em curso as obras, que devem terminar em Dezembro.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

NOBLESS RESIDENCE ENTREGUE PELA ODEBRECHT COM UM ANO ANTES DO PRAZO

Não é o que habitualmente vemos, mas é possível e está comprovado que sim. O projecto imobiliário Noblesse Residence, da Odebrecht, na área de Talatona, Luanda Sul, foi entregue com um ano de antecedência.
Está marcada uma nova fasquia no relacionamento entre construtoras, promotoras imobiliárias e clientes.
Este marco estabelecido pela Odebrecht passa, agora, a ser o sinal do respeito que os clientes angolanos repetidamente reclamam na sua relação com as construtoras e com os promotores imobiliários, que quando não atrasam as obras estas acabam por ter os preços inflacionados, ou, em casos que infelizmente já se multiplicam, a obra nunca termina.
Outro aspecto importante, na construção do Noblesse, diz a construtora, 94% da mão-de-obra utilizada é angolana. Estamos a falar de trabalho nas mais diversas especialidades para um projecto com as características que lhe dão a distinção Noblesse.
É também notável porque significa a recuperação de gente para ofícios que praticamente tinham sido abandonados e de que o país tanto carecia. A construção civil, num país em reconstrução e em crescimento, tem de ser dos sectores com maiores capacidades de absorção da mão-deobra nacional.
O empreendimento tem 260 apartamentos distribuídos por 13 torres que ocupam uma área de cerca de 56 mil metros quadrados.
Trata-se de um projecto apresentado na passada segunda-feira, 13, como tendo infra-estrutura moderna com amplas e agradáveis área de lazer, garagem coberta, parque de estacionamento para visitantes, tratamento paisagístico em redor do condomínio e áreas comuns decoradas.
A Odebrecht está em Angola há 26 anos, tendo chegado com o projecto de construção da barragem hidroeléctrica de Capanda, em Malange.
A construção do Belas Shopping, do CIAC e da Auto-estrada periférica, são algumas das suas marcas na região de Luanda. Está também envolvida na recuperação das vias estruturantes de Luanda de estradas por outras regiões do país.
A ampliação e recuperação da barragem do NGove, no Huambo, é um desafio cuja conclusão

terça-feira, 7 de junho de 2011

JAMBA MINEIRA COM MAIS TRES POSTOS DE SAUDE

A assistência médica e medicamentosa nas comunidades mais carentes na Jamba pode conhecer melhorias significativas com a construção de três novos postos de saúde ainda no primeiro semestre deste ano, disse, ontem, o administrador municipal.
Miguel Cassela afirmou que o projecto de construção de infra-estruturas sanitárias faz parte do Programa de Combate à Fome e à Pobreza. Os trabalhos de construção dos empreendimentos decorrem a bom ritmo, referiu, adiantando que os postos de saúde estão a ser construídos nas comunas do Dongo, Tchamutete e na sede do município.Nesta altura, declarou, estão em curso as obras de ampliação de alguns compartimentos do hospital municipal e do centro de saúde da comuna do Dongo para facilitar o acesso às unidades e aumentar a capacidade de atendimento da população.Malária, doenças diarreias agudas e tuberculose são as enfermidades mais frequentes na Jamba e, por isso, garantiu, as autoridades estão empenhadas na criação de melhores condições para tornar fácil a assistência, reforçando a repartição da Saúde com novos técnicos e aquisição de fármacos.
Mais água potável
O abastecimento de água potável aos habitantes do município é feito com maior abrangência, fruto dos sistemas de captação e de abastecimento construídos e reabilitados e da montagem de novas condutas 
Actualmente, disse, mais de cem casas possuem água canalizada.
Mesmo com os bons resultados alcançados, as autoridades estão empenhadas na construção de novos sistemas de captação e de abastecimento de água. 
“As antigas condutas para abastecimento deste bem ao domicílio vão todas ser recuperadas e modernizadas”, anunciou. As distâncias que o gado do município da Jamba percorre nas campanhas de vacinação, que se estendem até finais deste ano, vão deixar de existir com a construção de três tanques banheiros nas comunas do Dongo, Tchamutete e na sede municipal. Miguel Cassela afirmou que a construção de novas mangas de vacinação e respectivos tanques banheiros estão inseridos no mesmo programa. 
A administração municipal investiu três milhões de kwanzas na construção dos tangues banheiros e mangas de vacinação.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

INSTITUTO MEDIO DE ARTES CENICAS



O país vai ter um Instituto Médio de Artes Cénicas, cuja segunda fase foi aprovada na última semana pelo Conselho de Ministros, e custará aos cofres do Estado trinta milhões, setecentos e oitenta e quatro mil duzentos e três euros(€ 30.784.203,33).
O Instituto Médio de Artes Cénicas acolhe as escolas de Música, Artes Plásticas e edifício de alojamento (internato), anfiteatro ao ar livre, área desportiva, áreas exteriores e paisagísticas.
A infra-estrutura vai permitir a criação de 603 empregos, sendo a maior parte deles ocupados pelos professores para as disciplinas de formação técnico-profissional. Há possibilidades de admissão de alunos dos países da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP) e da Comunidade de Países da África Austral (SADC).
A segunda fase do projecto, situado no Bairro da Camama em Luanda, será concluída pela empresa Somague Engenharia-Angola.
O contrato com esta empresa prevê não só a construção da segunda fase, mas também o apetrechamento do referido Instituto.
O Ministério da Cultura espera que as novas estruturas a serem erguidas correspondam às expectativas da sociedade, no âmbito do processo de estruturação do sistema de ensino de artes.
A concepção da fase adicional do Instituto Médio de Artes foi alicerçada pelo facto do terreno atribuído no município do Kilamba Kiaxi para a edificação do complexo prever espaço necessário. A primeira fase está a ser concluida.


quarta-feira, 18 de maio de 2011

AS BOMBAS DA NATO SOBRE TRIPOLI

Os edifícios dos serviços de Segurança Interna e do Ministério de Inspecção e Controlo Popular, órgão de combate à corrupção na Líbia, foram destruídos, ontem, em mais um bombardeamento da OTAN a Tripoli, noticiou a France Press.
Os dois prédios estão situados em Al Jumhuriya, bairro residencial e administrativo do centro da capital líbia, próximo da residência do coronel Muammar Kadhafi.
Após os ataques, os bombeiros foram chamados para combater as chamas que destruíam os dois prédios, um diante do outro.
A ministra de Inspecção e Controlo Popular anunciou que o ataque causou feridos entre os funcionários do Ministério, mas não referiu números. Os ataques da aviação da OTAN contra vários alvos em Tripoli aumentaram de frequência desde sexta-feira, dia em que um bombardeamento matou 16 civis, entre os quais 11 imames (líderes religiosos). Os ataques ocorreram após um enviado especial da ONU se ter encontrado com autoridades da Líbia para negociar um possível cessar-fogo entre o Governo e os insurrectos apoiados pelo Ocidente. Abdul Ilah al Khatib, o enviado da ONU, esteve em Tripoli, onde foi recebido pelo Primeiro-Ministro, Baghdadi al Mahmoudi, e pelo ministro dos Negócios Estrangeiros Suleiman al Shehoumi. 
O próprio Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, falou depois, pelo telefone, com o Cchefe do Governo líbio.
A visita durou algumas horas. O Governo de Tripoli pediu a presença de observadores da ONU na Líbia para confirmarem a violação, pelas forças da OTAN, da resolução que autorizou, em Março, a intervenção estrangeira no país.
O vice-ministro líbio dos Negócios Estrangeiros, Khalid Kaim, afirmou que o enviado da ONU recebeu uma carta endereçada ao Conselho de Segurança em que são enumeradas as provocações da OTAN. Há duas semanas, um ataque aéreo contra um complexo presidencial de Bab Al Aziziya, em Tripoli, matou um dos filhos do Chefe de Estado líbio e três netos.
As acções motivaram ainda especulações sobre o estado do coronel Muammar Kadhafi. Segundo relatos ao governo italiano, e desmentidas pelo representante do Vaticano em Tripoli, o líder líbio tinha sido ferido e evacuado para o exterior do país.

FALCONE RECEBIDO POR JOSE EDUARDO DOS SANTOS

Depois de ter sido devolvido à liberdade, no dia 29 de Abril, Pierre Falcone é um homem feliz por voltar ao convívio dos familiares e amigos. Mas também por ver a justiça prevalecer sobre a intriga e a manipulação, numa longa e extenuante batalha jurídica que durou 11 anos.
O empresário francês foi ontem recebido pelo Presidente da República, no Palácio da Cidade Alta, em Luanda.
À saída da audiência com José Eduardo dos Santos, Pierre Falcone disse à imprensa que a decisão da justiça francesa é uma vitória de Angola: "vim para partilhar essa felicidade com o senhor Presidente da República, e com todos os meus amigos angolanos. Foram 11 anos de luta para que a verdade triunfasse, mas também admitida em Angola e no mundo", declarou.
Pierre Falcone disse que foi proclamada, "a verdade única e histórica". Para o empresário, a fé na justiça e ter estado sempre do lado da verdade deu-lhe forças para suportar os 11 anos de uma batalha jurídica desgastante.
"Sempre tive a esperança de que a verdade fosse proclamada publicamente como fez o tribunal francês. A minha decisão foi lutar para o grande dia de vitória da República de Angola, do Presidente José Eduardo dos Santos, do Executivo, e, evidentemente, minha, da minha família e dos meus companheiros que foram tratados injustamente, como todos sabem", referiu.
Pierre Falcone referiu que as várias peripécias do processo foram apenas fruto de "concepções erradas" sobre a realidade angolana: "algumas pessoas pensavam errado e preferiam viver uma história velha, talvez com receio de admitir a verdade da nova República de Angola. Só que a verdade histórica é uma só, desde as eleições de 1992, que o Governo de Angola foi reconhecido pelo mundo inteiro. Pena que houve gente que não quis admitir isso".
As acusações que levaram à sua prisão, em Outubro de 2009, não foram suficientes para Pierre Falcone deixar de acreditar na justiça francesa: "prefiro pensar que foram erros de pensamento, de análise, em vez de manipulação.
A França é um grande país e tem muita gente boa, mas tem também pessoas que não queriam admitir a realidade angolana, a realidade da vitória angolana e a realidade da legitimidade da soberania angolana", declarou.
O Tribunal de Segunda Instância de Paris, presidido pelo juiz Alain Guillou, considerou que não houve tráfico de armas no caso "Angolagate", contrariando a sentença do julgamento em primeira instância. Charles Pasqua, ex-ministro do Interior, que fora condenado a três anos de prisão, foi ilibado e Falcone ficou com uma pena que lhe permitiu sair da prisão.
A venda de armas ao Governo angolano ocorreu entre 1993 e 1998, tendo sido decisiva para o fim da guerra civil.
No julgamento de recurso, que decorreu de 19 Janeiro a 3 de Março, os advogados de defesa de Falcone lutaram para fazer valer a tese de que não houve comércio "ilícito", mas sim uma operação organizada com base num "mandado" do Governo legítimo de Angola, confrontado com uma rebelião (da UNITA) condenada pela ONU. Pierre Falcone avaliou o potencial de crescimento da economia angolana: "sou um empresário com presença em 17 países, com mais de 2.500 empregados, viajo muito e estou em condições de comparar o 'milagre angolano' com o que se vê noutros países, que não estão a desenvolver-se tão rápido como Angola. É preciso continuar nesta direcção", declarou.
No entender do empresário, depois de "sobreviver aos tempos difíceis", é hora de pensar no desenvolvimento de Angola: "graças a Deus sobrevivemos a esse tempo difícil, agora é construir e desenvolver a Angola. Se na cadeia nos mantivemos na luta, agora com liberdade e com a verdade histórica proclamada vou continuar".

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A PONTE SOBRE O RIO KWANZA POSSIBILITA DESENVOLVIMENTO DE TODO O SUL DE ANGOLA

A ponte do Rio Kwanza, reinaugurada no ano passado, é hoje uma das principais coqueluches de um dos municípios mais famosos de Angola, Cangandala. Inactiva por mais de 15 anos, a ponte vai levar até à província de Malange, em particular àquele município, muitos turistas interessados em conhecer, no seu habitat, a Palanca Negra Gigante, símbolo de Angola.
Com 310 metros de comprimento e 7,5 de largura, 35 para cada faixa de rodagem, a ponte do Rio Kwanza vai permitir a ligação da cidade de Malange a todas as províncias do Centro e Sul de Angola.
As obras iniciaram-se em Julho de 2008 e a ponte foi reinaugurada a 10 de Novembro último pelo ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, no quadro das festividades da Independência Nacional.
A reabilitação da ponte, destruída durante o conflito armado, possibilita a circulação entre as províncias de Malange, Kwanza-Sul, Bié, Huambo, Lundas Norte e Sul.
Os trabalhos de recuperação da estratégica infra-estrutura incluíram o reforço de sapatas e pilares antigos, a reposição dos pilares e arcos destruídos, execução do alargamento de todo o tabuleiro, pintura, pavimentação, sinalização e drenagens.
Outras obras A cidade de Malange vai beneficiar de outras obras, segundo dados do Ministério das Obras Públicas. Em curso estão mais de 900 mil metros de estradas, sendo a mais extensa a que liga Calandula-Cuale-Massango, numa extensão de 148 quilómetros, depois Malange-CulamagiaMussolo.
Em perspectivas de reabilitação e/ou construção estão também as estradas que ligam MangandoQuihuhu-Sanza Pombo, numa distância de 221 quilómetros, Marimba Quizela-Cuale (140 km) e Cambundi Catembo-Xassengue (90 km).
Malange conta nesta altura com uma rede viária de mil e 902, 5 quilómetros. O investimento do Estado nas estradas nessa região vai rondar os 208 mil milhões de kwanzas, segundo dados do

LUANA PARK - NOVO MERCADO RETALHISTA



Luanda ganha mais um hipermercado, cujas portas devem abrir no próximo ano. O empreendimento vai ser construído no município da Camama, município do Kilamba Kiaxi, junto do Estádio 11 de Novembro, e foi apresentado esta quarta-feira.
O Luana Park terá um espaço de 25 mil metros quadros de área comercial, 17 mil metros quadrados para armazéns de apoio e logística, e um parque de estacionamento para receber mil e 150 viaturas.
Os proprietários do Luana Park, segundo informações da sua assessoria, pretendem ter marcas internacionais nos seus espaços comerciais, estimado em 25 mil quadrados. Luana Park é um dos pioneiros no formato de retail park, em Luanda, e pretende estar entre os melhores já existentes no mercado angolano.
O pré-lançamento decorreu durante o Salão Imobiliário de Lisboa, em Outubro do ano passado, na presença de potenciais investidores internacionais. Sob o lema “um espaço para comprar em grande, o Luana Parke foi apresentado ao mercado angolano e aos operadores de retalho esta quarta-feira, mostrando-lhes os aspectos mais importantes do projecto.
Os gestores do empreendimento reafirmaram a vontade de atrair as “insígnias” internacionais de maior referência nas áreas de equipamento lar e decoração, lazer, cultura e restauração.
José Castro, representante do empreendimento, diz que Luana Park representa a nova vaga do melhor que se faz na área. “Angola é um mercado com grande potencial e de expansão natural para os operadores nacionais, uma vez que a língua não é uma barreira. Temos sentido por parte dos nossos clientes o interesse por este mercado, onde há muita procura mas ainda não há equipamentos comerciais para fazer face a esta procura, eis porque surge o Luana Parke”.


ESTABELECIMENTO DE ENSINO NA CADEIA DE VIANA

O Ministro da Educação, Pinda Simão, considerou que de excelente a iniciativa do Ministério do Interior em abrir uma escola do ensino secundário na cadeia de Viana, em Luanda.
Segundo o governante, a mesma representa a sob valorização humana dos reclusos. “Esta é uma forma de se dar oportunidade destes na sociedade”, disse.
Quanto aos professores que irão leccionar nesta escola, disse que os mesmos estão garantidos e naquilo no que compete ao material escolar, sobretudo a alfabetização, o seu pelouro também vai apoiar.
Importa referir que estruturas do ensino do género também serão construídas nos diversos estabelecimentos prisionais do país.
Os serviços prisionais controlam actualmente ao nível do país uma população penal de 19 mil 465 reclusos internados em 34 estabelecimentos prisionais, destes 80 porcento tem idade inferior a 30 anos e 68 porcento desses reclusos tem nível de escolaridade abaixo da 6ª classe.

PARLAMENTARES REUNIDOS EM SESSÃO ORDINARIA

A Assembleia Nacional reúne-se terça-feira, na sua 20ª sessão plenária ordinária, para, entre vários diplomas, analisar e votar na especialidade a Proposta de Lei do Investimento Privado e a Proposta de Lei de Autorização Legislativa sobre o Recenseamento Geral da População e Habitação.
O plenário tem ainda na sua agenda a análise e votação definitiva, depois do aval positivo das comissões de especialidade, as propostas de leis sobre a Protecção de dados Pessoais, sobre o Combate à Criminalidade no Domínio das Tecnologias de Informação e Telecomunicações e dos Serviços da Sociedade de Informação, bem como a Proposta de Lei Quadro das Comunicações Electrónicas e dos Serviços da Sociedade de Informação.
Os últimos pontos da ordem de trabalhos prendem-se com a movimentação de deputados e a apreciação do orçamento da Assembleia do Fórum Parlamentar da SADC que o país vai albergar, em Junho próximo.
Aquando da discussão nas comissões de especialidade da proposta legislativa sobre o Recenseamento Geral da População e Habitação, o vice-ministro do Planeamento, Pedro Luís, disse que é necessário o conhecimento quantificado, rigoroso e oportuno das características estruturais da realidade demográfica e socio-económica angolana.

CENSO DA POPULAÇÃO ANGOLANA JÁ TEM LUZ VERDE

A ministra do Planeamento, Ana Dias Lourenço, anunciou ontem na Assembleia Nacional que o recenseamento geral da população e habitação vai ser realizado em 2013. 
A ministra, que falava durante a apreciação da lei de autorização legislativa sobre o Recenseamento Geral da População e Habitação, esclareceu que a realização do censo não pode ser antecipada por se tratar de um trabalho complexo e exaustivo. "A prática internacional requer pelo menos três anos de preparação", disse a ministra, para acrescentar: "vamos, nos próximos dois anos, preparar convenientemente a operação estatística, para que possa ser realizada em 2013".
Ana Dias Lourenço refere que o recenseamento é efectuado em 2013, no período do cacimbo e de férias escolares. Feitas as contas, a data provável é às zero horas do dia 16 de Julho de 2013. A operação de campo vai de 16 de Julho a 18 de Agosto, segundo a ministra do Planeamento. "A execução financeira do censo vai constar em todos os Orçamentos do Estado, a partir do momento em que está dada a autorização legislativa para o Chefe do Executivo legislar", explicou a ministra do Planeamento. 
Ana Dias Lourenço disse, também, que há recomendações internacionais que aconselham a não realizar os registos estatísticos em ano de eleições. "Como 2012 é ano de eleições, então pode não ser o período indicado para o censo", disse a ministra. 
Os censos, segundo Ana Dias Lourenço, permitem também definir os objectivos e prioridades para políticas de desenvolvimento, planeamento do território e urbanismo, proceder a estudos de mercados e sondagens de opinião e investigação em ciências sociais e políticas. As Nações Unidas recomendam que os países realizem censos em intervalos regulares de pelo menos de dez anos. Os deputados foram unânimes em reconhecer a pertinência na aprovação da lei de autorização legislativa sobre o Recenseamento Geral da População e Habitação.
Nas intervenções, deputados da UNITA e do MPLA falaram da importância do diploma. Clarisse Caputo, da bancada parlamentar da UNITA, considerou bem-vindo o documento e afirmou que o censo é uma necessidade imperiosa para o país. O deputado João Pinto, do MPLA, disse que o diploma trata de uma matéria de interesse também económico para se poder planear a economia do país e a distribuição do rendimento nacional.

CASAS PARA A JUVENTUDE SÃO ENTREGUES EM JUNHO

O director provincial da Juventude e Desportos no Cunene, António José Wakanhuku, anunciou na semana finda, no município de Namacunde, a entrega de dois bairros sociais da juventude em Junho próximo, no âmbito do Programa Angola Jovem. O responsável, que falava durante as comemorações do Dia da Juventude Angolana, assinalado a 14 de Abril, disse que vão ser entregues 92 casas, sendo 72 na cidade de Ondjiva e 20 na vila de Xangongo. O projecto contempla ainda a ampliação da Casa da Juventude em Ondjiva.
Segundo José Wakanhuku, 260 jovens enquadrados em 26 cooperativas beneficiaram já de microcréditos, no âmbito de um programa aprovado em 2005 pelo Executivo, para apoiar a juventude empreendedora.
José Wakanhuku afirmou que 505 jovens, de seis municípios, beneficiaram também de kits profissionais e de material de construção.
Ainda no âmbito do Programa Angola Jovem,acrescentou, foram construídos no Cunene 11 campos de futebol, quatro polivalentes e um multiuso, para apoio às actividades desportivas, culturais e recreativas da juventude.
"É necessário que o movimento juvenil, o associativismo, como parceiro do Executivo, reforce e aperfeiçoe os mecanismos de actuação, para que os projectos virados para a melhoria das condições dos jovens possam ser realizados dentro da programação do governo local", disse José Wakanhuku, que deu a conhecer que constitui prioridade para os próximos tempos a reintegração de jovens portadores de deficiência em tarefas socioprofissionais e desportivas.

OPEP - PREOCUPADA COM PREÇOS ALTOS

O secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), Abdullah El Badri, disse, ontem, que os países produtores estão preocupados com o preço alto do crude e que os mercados foram abastecidos suficientemente. 
“O alto preço do petróleo é preocupante”, disse Abdullah El Badri aos jornalistas, a propósito da escalada dos preços. 
O mesmo responsável falava à margem de uma mesa-redonda entre os ministros asiáticos da Energia que decorre no Koweit, durante a qual deve ser discutido o impacto dos preços do petróleo na economia. 
O crude leve contratado em Nova Iorque (Bolsa Nymex) valia 108,64 dólares por barril nas operações electrónicas, menos 0,94 por cento relativamente ao fecho de sexta-feira.
O petróleo caiu pela primeira vez em quatro dias, em Nova Iorque. A forte descida foi prescrita pela Arábia Saudita, maior exportador mundial.
A Arábia Saudita tinha alertado que o mercado global dispunha de bastante petróleo para satisfazer a procura, de acordo com a agência noticiosa financeira Bloomberg.
O Brent do Mar do Norte, negociado em Londres, estva, ontem, a cair 1,58 por cento para 121,5 dólares por barril. 
Também o barril de crude WTI, negociado na Nymex, estava em queda acentuada de 2,43 por cento para 106,99 dólares por barril.
Os futuros deslizaram até 1,9 por cento depois do ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali al-Naimi, ter anunciado que o mercado estava com “excesso de oferta”. 
A China, o maior consumidor mundial de petróleo, cortou os requisitos de reserva dos bancos para impedir o aumento da inflação.
“Os sauditas anunciaram que os mercados estão bem abastecidos, se não mesmo sobrelotados”, disse Gene McGillian, analista e corretor do Tradition Energy em Connecticut, nos Estados Unidos. 
A Arábia Saudita afirmou que vai repor qualquer falha na produção, como resultado dos conflitos e da instabilidade política na Líbia. 
Esse país africano e árabe reduziu no mês passado a produção de petróleo para 8,3 milhões de barris por dia após ter produzido 9,02 milhões de barris em Fevereiro, referem dados oficiais divulgados, ontem, no site Joint Organization Data Initiative.